quarta-feira, 20 de maio de 2015

O Terroir da Espanha

Bardot - Vinhos e Artes

A Espanha está entre os países com maior área de vinhedos do mundo, e é o terceiro maior mercado produtor de vinhos com 36 milhões de hectolitros. Ocupando a maior parte da Península Ibérica, seu território possui diversos tipos de solos e microclimas, conforme sua localização geográfica.


Bardot - Vinhos e Artes

Principais regiões produtoras
É dividida em diferentes regiões, cada uma com características geográficas e climáticas distintas, cuja diversidade se reflete nos vários estilos de  vinhos espanhóis. Seguem as mais importantes:

Rioja – situada ao norte da Espanha, é a principal região vinícola do país, com invejável posição geográfica e boa diversidade de solos. Divide-se em: Rioja Alta, Rioja Alavesa e Rioja Baja. Sua principal uva é a Tempranillo, mas encontrarmos também Garnacha, Mazuelo e Graciano.  Entre as brancas destacam-se a Viúra e a Malvasia, que confere aroma de mel aos vinhos.

Navarra e Aragão – a uva Garnacha ocupa grande parte dos vinhedos da região, mas a   Tempranillo e a Macabeo (ou Viúra) também são cultivadas. É conhecida mundialmente pelos seus potentes e generosos Rosés, que estão entre os melhores do mundo. 

Castela-Leão – destaque para os vinhos de excelente qualidade da província de Ribera de Duero, e os populares tintos de Toro.  Ambos provém de planaltos elevados sobre o Rio Douro.



Catalunha – Essa grande região tem 11 DO´s, mais do que qualquer região produtora espanhola. A mais importante é Penedès, responsável por grande produção de Cavas. Outra subregião muito importante é Priorat, famosa por seus tintos fortes feitos a partir das uvas Cariñena e Garnacha.

Jerez – localizada ao sul da Espanha, onde se produzem os grandes vinhos Jerez, também chamados Xerez ou Sherry.
Castas

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Sua uva emblemática é a Tempranillo, que é cultivada em quase todas as subregiões. Dependendo da região, pode ser identificada com outros nomes: Tinto Fino, Tinta Del País, Tinta de Toro e Oull de Llebre. 

Também são importantes a Garnacha, Cariñena, Monastrel, Graciano, Mazuelo e as tradicionais Cabernet Sauvignon e Merlot, estas últimas normalmente usadas em cortes. 

Entre as uvas brancas, a Albariño é a mais cultivada, mas também se trabalham bem a Verdejo, a Viúra, a Xarel-lo e a Macabeo. 

Classificação dos vinhos espanhóis

São divididos em quatro categorias, que podem variar de acordo com a região produtora: Joven ou Sin Crianza - simples, sem envelhecimento, para consumo mais imediato e colocados no mercado em um ou dois anos após a colheita; 
Crianza - que tem no mínimo dois anos de envelhecimento (1 ano no barril e um ano em garrafa);
Reserva - que possui no mínimo três anos de envelhecimento;
Gran Reserva - com o mínimo de cinco anos de envelhecimento.

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Denominações de origem dos vinhos espanhóis
DO de Pago — Denominación de Pago: quintas individuais de reputação internacional.


DOCa/DOQ — Denominación de Origen Calificada (Denominació d'Origen Qualificada, em catalão): regiões vinícolas de alta qualidade.
DO — Denominación de Origen: congrega a grande maioria das regiões de vinhos de qualidade.
VCPRD — Vino de Calidad Producido en Región Determinada: regulação menos restrita com origem geográfica específica.
Sem estatuto de VQPRD, existem os vinhos das categorias Vinos de la Tierra (vinhos regionais) e Vinos de Mesa (vinhos de mesa).


Na Bardot – Vinhos e Artes temos diversos rótulos de vinhos espanhóis, com destaque para o Marquês de Tomares, produtor da região de Alta Rioja, uma das mais importantes da vitivinicultura espanhola.

Confira aqui como foi a degustação “Marquês de Tomares” que aconteceu no dia 15 de Maio de 2015.

Serviço:
Bardot - Vinhos e Artes
Rua Barão de Mesquita, 978 A. Praça Verdun, Grajaú, Rio de Janeiro.
Telefone: (21) 2575-9395

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