quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Uvas emblemáticas - 5 rótulos por R$239,95




As uvas emblemáticas são cepas que normalmente tiveram origem em uma determinada localidade e se adaptaram facilmente, obtendo melhores resultados em outros locais. Várias uvas de origem européia se desenvolveram perfeitamente em áreas do chamado Novo Mundo e se tornaram emblema ecológico dos países onde se adaptaram. Podemos destacar as uvas emblemáticas: da Argentina, a Malbec; no Chile, a Cabernet Sauvignon e a Carmenère; na Austrália, a Syrah; no Uruguai, a Tannat; nos Estados Unidos, a Zinfandel; África do Sul, a Pinotage; na Nova Zelândia, a Sauvignon Blanc; na Espanha, a Tempranillo e no Brasil, a Merlot.

A palavra “emblemática” simboliza na viticultura a ligação criada entre a localidade e sua cepa de melhor adaptação, remetendo a uma representação da localidade por sua uva emblemática ou vice-versa. O uso do termo possibilita a criação de uma identidade única, favorecendo a construção de um status ou peculiaridade que seja interessante para o mercado de vinhos.

Brancas ou tintas, as uvas emblemáticas apresentam alguns pontos comuns, muito embora tenhamos uma grande variedade de sabores e aromas nessas cepas distribuídas pelo globo terrestre. Confira as principais características de cada cepa:

Malbec (Argentina) - A Malbec é uma uva tinta originária da França, mas é com ela que os argentinos produzem seus melhores e mais requintados vinhos. Na região de Mendonza, centro da indústria de vinhos da Argentina, é a Malbec a uva mais importante. Não se sabe ao certo porque essa uva foi mais bem sucedida ali do que em Bordeaux, no entanto os vinhos Malbec de Mendonza têm estrutura e densidade raramente encontradas nos vinhos de Bordeaux. O vinho da Malbec é de coloração rubi intensa, paladar tânico quando jovem, aveludando mais tarde. Vinho próprio para o envelhecimento. Dica da Bardot: Alfredo Roca Malbec.

Cabernet Sauvignon (Chile) - O Chile tem levado a Cabernet Sauvignon a sério. As brisas refrescantes do Oceano Pacífico e o efeito de indução da Cordilheira dos Andes produz vinhos à base de Cabernet Sauvignon ao estilo de Bordeaux (de clima frio). Os franceses notaram esse potencial e vários chateaus têm investido na região. É por isso que você vai encontrar muitas garrafas de vinho chileno rotulados de modo semelhante ao de Bordeaux.Harmoniza com carnes vermelhas e massas “alla arrabiata”. Dica: Cono Sur Cabernet Sauvignon

Tannat (Uruguai) - Também procedente da França, a uva Tannat é considerada potente e normalmente agrada ao amante de vinhos secos. A Tannat origina um tinto concentrado, de frutado profundo - cassis, framboesa, ameixa - rico em especiarias e em nuances carameladas. Se a uva for colhida madura, o Tannat estacionado em carvalho e envelhecido em garrafa se torna aveludado, macio e agradável. Dica: Montes Toscanini Reserva de Família.

Pinotage (África do Sul) - A Pinotage é um cruzamento único e popular da África do Sul de Cinsalut com Pinot Noir. Pode resultar num vinho muito frutado (banana, frutas vermelhas) e capaz de envelhecer bem em barris de carvalho. Podemos encontrar exemplares com bom custo benefício no Brasil. Dica: Nederburg 1791.

Tempranillo (Espanha) - Casta de origem na Península Ibérica, chama-se assim porque amadurece cedo, “temprano” quer dizer cedo em espanhol. Dica: Monasterio di San Prudencio DOC

Fontes:
www.viticultura.org.br 



Serviço:
Bardot - Vinhos e Artes
Rua Barão de Mesquita, 978 A. Praça Verdun, Grajaú, Rio de Janeiro.

Fale conosco:
contato@bardotvinhoseartes.com.br
Telefone: (21) 2575-9395

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...